domingo, 18 de outubro de 2009

Capítulo 6 - Estoque Gerenciado pelo Fornecedor

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Normalmente, os clientes fazem pedidos aos seus fornecedores. Parece óbvio mas as ineficiência desse sistema são expressivas. Para começar o fornecedor não conhecem as verdadeiras necessidades de seu cliente, ou seja, são obrigados a prever as demandas para poder ter um nível de estoque seguro para eventuais imprevistos. Sem contar que o fornecedor enfrenta freqüentemente as demandas inesperadas, que leva a diversas mudanças na programação de produção e na distribuição.
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A partir dessa necessidade surge uma nova forma de gerenciar esse assunto, levando em consideração as melhorias na comunicação para poder dessa forma compartilhar informações de demanda e de estoque.Com base nisso o fornecedor adquire algumas responsabilidades no que diz respeito ao abastecimento do estoque do cliente.
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Ou seja, é responsabilidade do fornecedor manter o estoque do cliente dentro das faixas especificadas ou de segurança.
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Os benefícios para o cliente é que os níveis de estoque podem ser significativamente reduzidos, ao mesmo tempo que diminui o risco de falta de estoque. Alem do mais, geralmente o cliente só paga pelo estoque vendido ou utilizado.


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Figura 1 - Representando o estoque de um fornecedor que tem um canal direto com o cliente
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Segundo o Ikariam, o fornecedor não quer muito saber se quem vai comprar esta precisando do produto ou não, a real intenção do fornecedor é vender e vender caro para ter o maior lucro.
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BIO / TMM.

Links Adicionais

- http://www.guialog.com.br/ARTIGO188.htm

- http://www.ogerente.com.br/log/dt/logdt-an-vmi_reducao_estoque.htm





Capítulo 6 - Colaboração na Cadeia de Suprimentos

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Podemos determinar como “colaboração” o trabalho conjunto das partes envolvidas de uma cadeia de suprimento, dividindo processos, tecnologias e dados para criar um grande valor para o grupo e seus clientes. Portanto, a colaboração efetiva ainda é algo incomum; ainda há uma mentalidade de “ganha-perde”, e os companheiros da rede costumam procurar o domínio, e não a cooperação.
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É citado o “dilema do prisioneiro”, um problema da teoria dos jogos e um exemplo claro, mas atípico, de um problema de soma não nula. Neste problema, como em outros muitos, supõe-se que cada jogador, de modo independente, quer aumentar ao máximo a sua própria vantagem sem lhe importar o resultado do outro jogador.
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Esse dilema simples oferece uma boa analogia com o mundo real. A sabedoria tradicional sobre compras tende a recorrer a varias fontes para um único item. Nessa situação, argumenta-se, é improvavel que alguem deposite muita confiança em um único fornecedor. Além do mais, podemos jogar um fornecedor contra o outro e reduz o custo da compra. Essas relações, no entanto, tendem a ser antagônicas e, de fato, subórdias.
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Figura 1 - Imagem representando o sincronismo da cadeia de suprimentos.

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O que pode ser considerado como relação ao jogo é a ligação de fonecedores e compradores, mas não tem muito a ver a questão da confiabilidade entre eles, pois no jogo se você não gostar do seu fornecedor (a pessoa que você esta comprando) você pode muito bem rouba-la ou trancar seu porto e ai vence quem está mais bem preparado com as tropas com mais energia e força.
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Portanto, quanto mais próximo a relação entre comprador e fornecedor, mais provável será que os conhecimentos de ambas as partes possam ser aplicados em benefício mútuo.
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BIO / TMM

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Links Adicionais:

- http://brlogistica.com.br/mbalog/textos/jb8.htm

- http://www.lume.ufrgs.br/handle/10183/15299

- http://pt.wikipedia.org/wiki/Ger%C3%AAncia_de_cadeia_de_suprimentos

- http://ogerente.com/logisticando/2006/09/18/promovendo-a-colaboracao-na-cadeia-de-suprimento/

Capítulo 6 - Dinâmica de Sistemas Logísticos

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Uma das maiores vantages em se adotar a Resposta Rápida (RR) e as estratégias de cadeia de suprimentos sincronizada é que, ao reduzir as quantidades dos lotes e aumentar a velocidade de processamento no sistema logístico, pode-se reduzir as variações no nível de atividade no canal.

Os sistemas logísticos estão propensos aquilo que tem sido chamado "Chicote" ou "Efeito Forrester". É um conjunto de técnicas conhecidas como Dinâmica Industrial, que utiliza uma linguagem computacional de simulação especialmente desenvolvida que oferece uma estrutura única para integrar as áreas funcionais da administração - marketing, produção, contabilidade, pesquisa e desenvolvimento e investimento de capital (Figura 1). O modelo usa relações e dados reais do mundo e inclui parâmetros como tempo de transmissão de pedido, tempos de processamento de pedido, lead times na fábrica e tempos de entrega de remessa.


Figura 1 - O modelo de Dinâmica Industrial de Forrester.

O que se verifica facilmente na utilização da modelagem de sistemas complexos é que pequenas perturbações em uma parte do sistema podem ser rapidamente amplificadas à medida que o efeito se propaga no canal. Muitas empresas que produzem para o consumidor final e gastam com promoções comerciais (por exemplo descontos especiais) não percebem os custos dessas atividades. Um estudo revelou que apenas 16% das promoções foram lucrativas, o restante foi apenas "compras e vendas" com prejuízo. Outro impacto da atividade promocional no lucro é o potencial que proporciona ao disparar o "efeito de aceleração", criando um efeito Forrester ao longo de todo o canal logístico!

A Figura 2 apresenta um gráfico de um caso não muito raro de empresas com frequentes atividades promocionais que apresentam continuamente movimentos ascendentes e descendentes nas remessas da fábrica. Nessa imagem é apresentado o efeito retardado e ampliado desse tipo de atividade sobre a fábrica. Esse efeito costuma aparecer muito no setor de supermercados. Nos Estados Unidos, estimou-se que o tempo decorrido entre o final da linha de produção e a compra por parte do consumidor em uma loja de varejo era de 84 dias para um produto seco típico.

Figura 2 - O impacto da atividade promocional nas necessidades de produção.

Tudo gira em torno do efeito chicote. O efeito nas mudanças da demanda pode ser amplificado à medida que atravessa todos os estoques intermediários e pontos de repedido. A Resposta Rápida traz um benefício muito importante: ao conectar o caixa do varejo ao ponto de produção, por meio da transferência eletrônica de dados, esse efeito pode ser drasticamente reduzido. Este fato por si só mais do que justifica o investimento inicial em sistemas logísticos de informação, que ligam o comprador ao fornecedor.
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BIO / TMM
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Links Adicionais:
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- Artigo: As informações e o ciclo de pedidos
http://vsites.unb.br/ceam/neorg/sos/2003-07-04/download/21T.pdf
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Capítulo 6 - Estratégias de Produção Para Resposta Rápida

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À medida que aumenta a demanda pela resposta rápida, por parte de todos os parceiros da cadeia de suprimentos, maior será a pressão sobre a manufatura, para atender às necessidades do cliente por variedades em intervalos de tempo cada vez menores.

A reposta para isso é a flexibilidade. Isso pode ser traduzido na possibilidade das organizações responderem a qualquer demanda em qualquer quantidade, podendo reduzir quase a zero os lead times da manufatura e da logística. Existem muitos que pensam que a chave para alcançar esta flexibilidade está na utilização massiva de tecnologia, como por exemplo a robótica (Figura 1), mas a dificuldade ainda é a dificuldade de mudar um nível de volume para outro e mudar de uma variante para a outra. Chamamos isso de tempo de setup. Se os tempos de setup se aproximarem o máximo possível de zero, então a resposta flexível às necessidades dos clientes não será mais um problema.

Figura 1 - O uso da robótica tem contribuído extraordinariamente para o alcance da flexibilidade.

O desenvolvimento de técnicas para reduzir o tempo de setup foi amplamente estudado pelos japoneses, como por exemplo o SMED, busca constantemente a redução dos tempos de setup. Novamente, isso poderia ser alcançado pelo uso de tecnologia, mas é mais comum que seja alcançado com uma visão diferente dos processos. Isso tem tudo a ver com a necessidade de quebra de paradigma. O que se verifica cada vez mais, é a mudança no modelo de economia de escala, que é baseada em volume e longos períodos de produção sem muitas conversões, para o modelo de economia de escopo, que se baseia na produção de pequenas quantidades com maior variedade.

Um bom exemplo disso no jogo Ikariam é a flexibilidade na mudança de padrões de produção e envio de remessas de ítens, como madeira, cristal, entre outros. Nesse jogo, o usuário pode determinar em qualquer instante a mudança de estratégia de produção para atender certas demandas específicas, como a melhoria do palácio da capital ou a produção de enxofre ou cristal para artigos de guerra.

Vantagens de marketing trazidas pela flexibilidade são consideráveis. Pode-se oferecer níveis ainda maiores de customização, quando os segmentos tornam-se nichos cada vez menores, adequando-se até à necessidade de atender o indivíduo. Isso é o que realmente significa ser flexível. Uma das estratégias que são desenvolvidas pelas empresas nas cadeias de suprimento para apoiar o marketing é a customização em massa, atendendo clientes que demandam soluções dirigidas especialmente para suas necessidades específicas. Exemplos disso são empresas como a Hewlett Packard e a Dell, que adiam a configuração ou montagem dos produtos até que se conheça a real necessidade do cliente.
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Links Adicionais

- Vídeo no YouTube: SMED http://www.youtube.com/watch?v=gRV3YEVZs48
Este vídeo descreve a metodologia SMED com a qual Shigeo Shingo conseguiu obter um grande salto na evolução da manufatura.

- Artigo http://www.controlconsul.com/tss.htm
Este artigo aborda o tema de implementação de Sistemas de Resposta Rápida

Capítulo 6 - Logística de "Resposta Rápida"

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A idéia básica por trás da Resposta Rápida (RR) é que, a fim de colher as vantagens da competição baseada no tempo, é necessário desenvolver sistemas responsivos e velozes. Ele se torna um "genérico" para sistemas de informação e sistemas logísticos. A combinação deles forma o jargão "o produto certo no lugar certo no momento certo"..

O desenvolvimento da tecnologia da informação possibilitou a RR avançar cada vez mais, com ferramentas cada vez mais tecnológicas como código de barras, sistemas de ponto-de-vendas eletrônico com scanners a laser e também o surgimento do intercâmbio de dados por internet.

Outro aspecto a favor dos sistemas de RR é que, ao acelerar o tempo de processamento no sistema, os lead times acumulados são reduzidos. Isso poderá entrão resultar em estoques menores e, portanto, em mais reduções nos tempos de resposta (veja a Figura 1).



Figura 1 - O sistema de resposta rápida pode ativar um "círculo virtuoso" em logística.


O sistema de Resposta Rápida e o jogo Ikariam tem muito em comum. Nesse game, o jogador pode por exemplo acompanhar a demanda do produto vinho em tempo real, e saber quando deve ordenar um novo carregamento de vinho entre suas colônias (veja a Figura 2). Dessa forma, ele garante o abastecimento correto das colônias otimizando o uso das embarcações e o volume de remessa escolhida, além de não deixar sua preciosa população sem o "néctar precioso".

Figura 2 - Uma das telas do jogo Ikariam, na qual o usuário acompanha a demanda do produto vinho.

Portanto a resposta rápida é uma estratégia adotada pelas organizações para buscar níveis de serviços mais elevados por parte de seus fornecedores. Ou seja, todo nível de estoque é controlado com poderosas ferramentas para obter os maiores numeros de vendas e margem de lucro. A RR é um caso clássico de substituição de estoque por informação. Grandes vantagens podem ser obtidas para todas as partes da cadeia de suprimentos se o conceito de RR for adotado ao longo de toda ela.

BIO / TMM

Capítulo 6 - Implicações Para a Logística

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Até certo tempo atrás, as programações de entrega baseavam-se na otimização da eficiência de rotas e na consolidação da entrega. Dessa forma, os clientes eram desencorajados a fazer pedidos de pequenas quantidades. Isto se contrapõe à filosofia da sincronização, onde a necessidade é por pequenas remessas efetuadas com maior frequência, atendendo necessidadades pontuais do cliente. Esta é a chave do sistema puxado, baseado no Just in Time.


Figura 1 - Cada vez mais os clientes exigem mais remessas em pequenas quantidades, atendendo as necessidades de um sistema de produção puxado.


O desafio do gerenciamento logístico é encontrar meios pelos quais essas necessidades sejam atendidas, sem aumento do custo. É possível que exista a necessidade da prática de trade-offs. No entanto, a meta deve ser melhorar o custo total na cadeia de suprimentos. Alguns estudos de caso muito interessantes são apresentados no livro, como o estudo de caso do Carro Inteligente (Smart Car) e também o serviço terceirizado oferecido pela TNT para a empresa de automóveis Rover Group, no Reino Unido. O segredo atrás do sucesso dessas duas empresas está na eficiência da sincronização. Através desse princípio, é garantido que todos os elementos da cadeia de suprimentos atuem como se fossem um só. Isso quer dizer que deve existir uma identificação imediata das necessidades de remessa e reabastecimento nas organizações, além de uma elevada disciplina de planejamento.

De forma semelhante, estes avanços desempenham um papel importante na logística de varejo. Centros de distribuição sem estoque, ou simplesmente cross-docking, permite um reabastecimento mais frequente e eficiente para lojas. O objetivo desse sistema é uma entrega Just in Time, que possibilita a presença de um estoque mínimo nas lojas de varejo, reduzindo também custos do transporte, através da consolidação de cargas.

BIO/TMM

Links Adicionais:

- Artigo: A eficiência da distribuição através da prática do Cross Docking
http://www.abepro.org.br/biblioteca/ENEGEP2002_TR11_0487.pdf

- Artigo online: Trade-offs em serviços customizados e o ponto de vista do cliente
http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S1415-65552008000200008&script=sci_arttext

- Vídeo no YouTube: Entendendo um centro de distribuição & Cross Docking
http://www.youtube.com/watch?v=Xr9z1NoXr8M

quarta-feira, 14 de outubro de 2009

Capitulo 6 - O Papel da Informação na Cadeia de Suprimentos Virtual

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Há certo tempo atrás as empresas de sucesso localizaram a chave do bom gerenciamento da cadeia de suprimentos: o sistema de informação. Mas o que podemos observar agora é que a dimensão desse sistema é muito abrangente, podendo assim gerenciar todo assunto relacionado a oferta e demanda.

As dimensões do sistema de informação vão além das dimensões clássicas de um simples planejamento e permite um amplo controle sobre tudo aquilo que é movimentado entre cliente e fornecedor em tempo real e simultâneo. A internet revolucionou a forma de comunicação e muito mais, transformou a cadeia de suprimentos, fazendo assim com que o veiculo de transmissão de dados conecte-se um ao outro.

Mesmo que atualmente se tenha muito mais consciência da importância da logística e da cadeia de suprimentos, em muitas empresas essas idéias ainda estão para ser plenamente implementadas. A boa notícia é que, de modo geral, a logística e o gerenciamento da cadeia de suprimentos ganharam muito mais espaço em organizações de todas as atividades e setores.
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Para permanecer competitiva, uma organização deve saber administrar a cadeia de suprimentos de forma otimizada, pois a chave para o sucesso atual está no gerenciamento de toda a rede de suprimentos através de uma rede distribuída. A figura 1 aborda o tema das redes distribuídas, conectando diferentes dimensões da internet, a Intranet e a Extranet.

Figura 1 – As dimensões da internet e sua relação com um ambiente totalmente distribuído.

Podemos fazer um paralelo interessante com o jogo Ikariam, no que diz respeito a questão do sincronismo das informações, pois naquele jogo é possível comprar e vender, tudo de forma simultânea, facilitando as transações entre diferentes cidades e ilhas. Esses recursos presentes no jogo facilitam a comunicação e fornecem uma estratégia clara para um bom administrador de cadeia de suprimentos.

BIO/TMM


Links Adicionais:

- Wikipédia
http://pt.wikipedia.org/wiki/Sistema_de_informa%C3%A7%C3%A3o

- Cadeia de Suprimentos e Tecnologia da Informação
http://www.cezarsucupira.com.br/artigos/ARTIGO%20-%20GEST%C3%83O%20DA%20CADEIA%20DE%20SUPRIMENTOS%20E%20O%20PAPEL%20DA%20TECNOLOGIA%20DE%20INFORMA%C3%87%C3%83O%20J%C3%A1%20reduzido.pdf

- Supply Chain Management - Video
http://www.youtube.com/watch?v=x6J54dS6CJY